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Juíza cita ‘magnitude’ de crimes atribuídos a Lulinha

Agência de Propaganda em Santos

Magia para empresa ganhar dinheiro – São Paulo (AE) – A juíza Gabriela Hardt, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, defendeu a publicidade das investigações da Operação Mapa da Mina, fase 69 da Lava Jato que mira pagamentos de R$ 132 milhões da Oi a empresas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela negou uma representação da defesa de Lulinha para investigar “abuso de autoridade” após reportagens revelarem relatórios da Polícia Federal sobre as investigações.

Sua Agência de Propaganda em SantosGabriela Hardt afirma que retirada de sigilo beneficia a defesa

Armazém para locação em Santos – Em despacho, Gabriela falou em “magnitude” dos crimes atribuídos ao filho do ex-presidente. “Decretei o sigilo sobre estes autos até a efetivação das buscas e apreensões, uma vez que a natureza e magnitude dos crimes aqui investigados, o interesse público e a previsão constitucional de publicidade dos processos impedem a continuidade do sigilo”, afirmou a juíza.

Agência de Propaganda em Santos –  Ainda segundo Gabriela, “a retirada do sigilo tem o condão de propiciar não só o exercício da ampla defesa pelos investigados, mas o saudável escrutínio público sobre a atuação da administração pública e da própria Justiça criminal, tudo em consonância com a devida ponderação de valores constitucionais”.

Rádio para supermermercados – Para a defesa de Lulinha, “existem indícios de que documentos sigilosos dos presentes autos – que poderiam ser visualizados apenas por usuários internos e partes do processo – estão sendo divulgados sem autorização a jornalistas e veiculados em canais de notícias, antecipando a atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada eventual acusação”.

Anunciar na TV – Gabriela, no entanto, disse que “não se trata de discutir assuntos privados, mas de investigar supostos crimes cuja apuração é de interesse de toda a sociedade”.

Nosso estoque de ideias é ilimitado – De acordo com a magistrada, “não existe nos autos qualquer juízo definitivo sobre os fatos, as provas e as questões de direito envolvidas, algo só viável após o fim das investigações e o exercício do contraditório”. “Eventual prejulgamento pela imprensa ou por cidadãos a partir de elementos constantes nos presentes autos é algo que transborda as atribuições deste Juízo”.

Estande para Intermodal – Nesta semana, o Estado mostrou que, em buscas e apreensões, a PF apreendeu documentos de cobranças da Oi a Lulinha, e e-mails que, segundo investigadores, reforçam que a subcontratação de empresas do filho do ex-presidente tinham direcionamento político. Além disso, papéis mostram que, um mês antes da Mapa da Mina, Lulinha e Jonas Suassuna – um dos proprietários do sítio de Atibaia, pivô da condenação de Lula – romperam uma sociedade.

Comex – A defesa de Lulinha disse que “as atividades de suas empresas foram devassadas e nenhuma irregularidade foi encontrada”. “Essa nova safra de suspeitas e ilações vazadas sugere uma estratégia clara da força-tarefa para requentar um caso encerrado.” 

Fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/jua-za-cita-magnitude-de-crimes-atribua-dos-a-lulinha/471856

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