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Conar se posiciona sobre o caso de Dolly

Conar se posiciona sobre o caso de Dolly

Empresa de Publicidade – O  Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária)  se pronunciou pela primeira vez sobre o caso envolvendo o anunciante Dolly e o comercial “Coelhinhos”, focado na Páscoa. A peça havia sido suspensa pela entidade em maio do ano passado, mas após decisão recente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, já voltou a ser veiculada. 

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Rádio Corporativa – A corte intimou a entidade  a cancelar a proibição que havia imposto ao fime.  O Conar informa que “todas as ordens judiciais foram rigorosamente cumpridas, com a retirada do processo da pauta de julgamento solicitada pelo próprio anunciante e deferida pelo juiz e com o desimpedimento de exibição do anúncio”.  

Armazém para locação em Santos – “Como faz sempre que toma conhecimento de que processo trazido ao Conar chegou ao mesmo tempo à Justiça, suspendemos de imediato a tramitação da representação ética referente ao anúncio do refrigerante”, prosseguiu a entidade, reconhecendo a prevalência do Poder Judiciário e evitando provocar eventuais decisões conflitantes.

Divulgação

Agência de Publicidade em Santos
Histórico

Marketing de Busca – Em maio de 2017, o Conar decidiu, por unanimidade, recomendar à empresa Dolly a suspensão da veiculação de sua propaganda de Páscoa.  O filme vinha sendo veiculado desde 2007.

Feitiço para empresa crescer – A decisão do Tribunal de Justiça,  de 7 de março de 2018, referenda liminar emitida neste sentido em setembro de 2017 pelo Juiz Marcelo Augusto Oliveira, da 41ª Vara Cível, que pedia ao Conar que julgasse a portas abertas a representação que questionava o comercial.

Estágio em agência de propaganda de Santos – O entendimento da Justiça é que o sistema de votação fechado do Conar, sem presença de advogados dos envolvidos e sem a comunicação prévia dos nomes dos conselheiros responsáveis pela votação, limita o direito do contraditório e da ampla defesa.

Simpatia para atrair dinheiro e sorte – O Conar havia rejeitado o comercial de Dolly por causa da narração feita pelas próprias crianças e pela falta de discernimento delas para testemunhar a favor de refrigerante. A decisão do Tribunal de Justiça, em tese, abre um precedente para que outras marcas que tiveram seus comerciais proibidos pelo Conar revertam as decisões dos conselheiros.

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Tribunal de Justiça libera comercial de Dolly

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